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  • Foto do escritorRaphael Battaglia

4 Investimentos de renda fixa para diversificar com mais segurança


4 Investimentos de renda fixa

A diversificação da carteira de investimentos é um dos princípios fundamentais para quem busca segurança e rentabilidade a longo prazo. Nesse contexto, os investimentos de renda fixa costumam se destacar, principalmente, por oferecerem previsibilidade de retornos.


Por causa dessa característica, as alternativas podem ser interessantes para quem deseja ter mais segurança em sua carteira. Se esse é o seu caso, é importante conhecer os principais investimentos disponíveis na renda fixa.


A seguir, confira 4 alternativas de renda fixa que podem ajudar a diversificar o seu portfólio!


1. Títulos do Tesouro Direto


Os títulos do Tesouro Direto são considerados investimentos de baixo risco, pois representam dívidas do Governo Federal. Assim, é como se o investidor emprestasse dinheiro ao Governo, que usa esse capital para financiar seus projetos. Em troca, o investidor recebe os juros como remuneração.


Além disso, os títulos públicos se dividem em diferentes tipos:


● Tesouro Prefixado: rentabilidade prefixada, sendo atrelado a uma taxa de juros anual fixa;

● Tesouro Selic: rentabilidade pós-fixada, seguindo o desempenho da Selic;

● Tesouro IPCA+: rentabilidade híbrida, seguindo uma taxa fixa mais o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);

● Tesouro RendA+: rentabilidade híbrida, com um fluxo de pagamento diferente, em 240 meses após o início do resgate.


Desse modo, cada um apresenta características únicas e prazos de vencimento distintos, permitindo que você escolha aquele que melhor se adequa aos objetivos financeiros da sua carteira.


Vale destacar que todos os títulos têm liquidez diária (mas o RendA+ tem 60 dias de carência) e cobertura integral do Tesouro Nacional. Ademais, as alternativas prefixadas e híbridas se expõem à marcação a mercado, podendo gerar perdas no resgate antecipado.


2. CDBs


Os certificados de depósito interbancário (CDBs) são títulos privados emitidos por bancos, que utilizam o dinheiro captado em suas atividades e pagam os juros sobre o valor investido. Ainda, diferentes CDBs podem apresentar características distintas, como:


● vencimento;

● carência;

● liquidez;

● rentabilidade.


Em relação à segurança, é importante observar que os CDBs possuem garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira. Essa cobertura tem um teto global de R$ 1 milhão, renováveis a cada 4 anos.


3. Fundos DI


Os fundos DI são veículos de investimento coletivos, compostos pelo capital de diversos participantes com objetivo de escolher alternativas em comum. Eles são compostos, principalmente, por títulos públicos e privados pós-fixados, como Tesouro Selic e CDBs.


Assim, o fundo DI pretende acompanhar a variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), uma taxa que fica muito próxima da taxa Selic. Com isso, os fundos DI oferecem baixa volatilidade e liquidez diária, tornando-se uma opção atrativa para quem busca segurança e facilidade de resgate.


4. LCIs e LCAs


As letras de crédito imobiliário (LCIs) e as letras de crédito do agronegócio (LCAs) são emitidos por instituições bancárias também com o objetivo de captar recursos. No entanto, o dinheiro é utilizado para financiar os setores imobiliário e do agronegócio, respectivamente.


Além disso, as LCIs e as LCAs apresentam vencimento, carência e de rendimentos distintas. Elas também contam com a segurança do FGC e, ao contrário dos outros investimentos citados, contam com isenção de Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos para pessoas físicas. Porém, elas costumam ter menor liquidez que as demais opções.


Neste post, você descobriu 4 investimentos de renda fixa que podem ser utilizados na diversificação da carteira para ter mais segurança no portfólio. Com esses conhecimentos, você tem a chance de complementar sua análise e tomar decisões alinhadas à sua estratégia.


Você sabe o que são títulos prefixados? Aproveite a oportunidade e entenda quando vale a pena investir em renda fixa!

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